E-book Cozinha Básica

Clique no link abaixo para ter acesso ao e-book de receitas saudáveis:

 

E-book cozinha básica

Anúncios

ENTENDENDO OS RÓTULOS

Baseada na cartilha desenvolvida pela Anvisa, neste post falamos sobre quais itens são obrigatórios conter num rótulo de produto alimentício.

Entendendo os rótulos:

Você sabe o que você está comendo?

Baseado no manual de orientação dos consumidores da Anvisa, vamos falar sobre o que é obrigatório conter num rótulo!

Os rótulos são elementos importantíssimos pois fazem a conexão do consumidor com o produto.

De acordo com o ministério da saúde, aproximadamente 70% das pessoas consultam os rótulos na hora da compra,porém mais da metade não o compreende 100%.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa é o órgão responsável pela regulação da rotulagem de alimentos. Ou seja, é a Anvisa que estabelece quais informações um rótulo deve conter, visando a qualidade e a saúde do consumidor.

Mas quais informações são obrigatórias num rótulo?

1. Lista de ingredientes:

Item importantíssimo! É na lista que os consumidores podem verificar, por exemplo, a existência de açúcar no produto. Que, atenção! Pode vir com outros nomes, como por exemplo: Dextrose.

Lembra-se, a lista de ingredientes deve estar em ordem decrescente, isto é, o primeiro da lista é o de maior quantidade, e o último da lista, o de menor quantidade.

2. Informação nutricional:

Nela deve contar:

2.1. Porção: A quantidade média do alimento que deve ser usualmente consumida por pessoas saudáveis.

2.2.: %VD: Percentual de valores diários é um número em percentual que indica o quanto o produto apresenta de energia e nutrientes em relação a uma dieta de 2000 calorias (Mas atenção, essas calorias são indicadas no GERAL para homens ADULTOS  e saudáveis – O que quer dizer que para mulheres e crianças, por ex. essa porcentagem indicada seria menor).  Cada nutriente apresente um valor diferente para se calcular o VD.

3. Medida Caseira: Indica a medida normalmente utilizada pelo consumidor para medir alimentos. Ex: fatias. É obrigatório justamente para o consumidor entender melhor as informações nutricionais.

Além disso, o rótulo deve conter: prazo de validade, origem, conteúdo líquido (quantidade total do produto na embalagem) e lote.

Instagram: @letmcosta

POR QUE LIMITAR O CONSUMO DE ALIMENTOS PROCESSADOS?

Por que limitar o consumo de alimentos processados?

No último post diferenciamos alimentos in natura, processados e ultra processados de acordo com o Guia Alimentar da população brasileira.

Hoje, iremos falar o porquê evitá-los. Como já dito, alimentos processados passam por métodos de processamento. Estes métodos alteram de modo desfavorável a composição nutricional.

Isso porque, esses alimentos são acrescidos de sal ou açúcar, em quantidades maiores do que em preparações caseiras. Tal fato é preocupante, pois o consumo excessivo de sal e/ou açúcar está associado a doenças do coração, obesidade, além de outras doenças crônicas.

Para, além disso, durante o processamento, o alimento pode perder água e ganhar açúcar e óleo, fazendo com que aumente sua quantidade de calorias. Sendo mais um fator de risco para obesidade.

Por estas razões, o consumo de alimentos processados deve ser limitado e a alimentação deve ser balanceada em alimentos in natura.

Instagram: @letmcosta

A classificação dos alimentos pelo guia da população brasileira

O Guia Alimentar da População Brasileira classifica os alimentos em três principais grupos.

São eles: In natura, processados e ultraprocessados.

Os alimentos in natura são aqueles conhecidos como “comida de verdade”, obtidos de plantas ou animais sem sofrer qualquer tipo de modificação. Não passaram por nenhum tipo de processamento e não possuem conservantes para sua duração. Em sua maioria não possuem lista de ingredientes e geralmente armazenamos nas geladeiras.

Por exemplo: Espiga de milho, tomate, cenoura, alface.

Já os alimentos processados são produzidos pela própria indústria e a maioria com adição de sal e/ou açúcar, reaçaldor de sabor e alguma substância para maior duração do produto.

Alimentos processados incluem conservas de alimentos inteiros preservados em salmoura ou em solução de sal e vinagre, frutas inteiras preservadas em açúcar, vários tipos de carne adicionada de sal e peixes conservados em sal ou óleo, queijos feitos de leite e sal (e micro-organismos usados para fermentar o leite) e pães feitos de farinha de trigo, água e sal (e leveduras usadas para fermentar a farinha).

Em todos os exemplos citados, o objetivo do processamento industrial é aumentar a duração de alimentos in natura ou minimamente processados – legumes, frutas, carnes, peixe, leite e farinha de trigo – e, frequentemente, torná-los mais agradáveis ao paladar.

São exemplos: Alimentos em conserva, frutas em caldas, queijos e pães (feitos de farinha de trigo, levedura água e sal.).

Por fim, os alimentos ultraprocessados são formulações industriais feitas inteiramente ou em sua maioria de substância extraídas de alimentos (Como gordura e açúcar) ou de derivadas de alimentos (como gordura hidrogenada e amido modificado) ou ainda feitas em laboratório com base em matérias orgânicas, como o petróleo (corantes, aromatizantes e realçadores de sabor).

As técnicas usadas são moldagem, pré-processamento por fritura ou cozimento.

Como exemplo: biscoitos, sorvetes, balas, cereais açucarados comumente usados no café da manhã, bolos e misturas para bolos, macarrão instantâneos, salgadinhos e outros.

 No próximo post vamos falar sobre qual alimento escolher!

Não deixe de acompanhar as dicas no instagram também: @letmcosta

Até a próxima!

Vontade de doce!

Olá! Interrompemos as publicações sobre o guia alimentar, para falar sobre um assunto muito pedido: VONTADE DE COMER DOCE!

Todo mundo quer saber como superar essa vontade louca de comer doce. E eu já começo dizendo que aqui você não vai ler NADA MILAGROSO. Não vou te indicar um chá e nem nenhuma feitiçaria.

Mas, algumas coisas podem elucidas sua cabeça. Vamos começar esclarecendo que nós não mais comemos apenas por estar com fome.

Além da fome, comemos por social, hábito e emocional. Você já reparou que comemos para comemorar, quando estamos tristes e até mesmo com tédio?

Um exercício legal é anotar o seu sentimento no momento em que der aquela vontade de comer doce. ANOTE! E, perceba qual sentimento e o que você pode fazer para mudar aquele acontecimento.

E se você notar que precisa de ajuda procure um tratamento interdisciplinar. Isso é, não só uma nutricionista, mas uma psicóloga também.

Vale ressaltar, que muitas pessoas se intitulam compulsivas (isso existe e é real, se for seu caso, siga a orientação anterior). Mas compulsão alimentar não é por um alimento específico, então não se enquadra em quem só não consegue evitar doce.

Preste atenção também, se você não está comendo apenas por estar disponível. Sabe aquele biscoitinho do café? Aquele aniversariante do mês – com bolo congelado comprado de última hora – risos. E aqui vai uma dica: Procure comer só quando achar que realmente vale à pena.

Outro ponto importantíssimo é o autoconhecimento. Encontre SEU MOTIVO para não querer comer o doce. Seja saúde, seja emagrecimento ou performance. O Importante é que SEJA SEU.

Além disso, é só se conhecendo bem que você vai saber se vale à pena alternativas, como doce saudáveis (aqui vale alertas, vou falar logo mais).

Só você sabe se o chocolate 70% ou aquela receitinha vai sanar essa vontade. Por que se não for, e você comer um monte de coisas ditas saudáveis e depois ainda querer comer aquele chocolate ou doce “normal”, não adianta, concorda?

Nesses casos, é melhor ir comer e ponto, voltar para sua alimentação proposta. Percebe que SÓ VOCÊ pode saber o que funciona?

No entanto, aqui vão alguns pontos de atenção!

Saiba identificar se o doce/chocolate só tem ingredientes do bem.

E se você quer ser saudável ou emagrecer, não troque uma refeição por alguma receitinha. Receitinha tem hora e lugar e uma boa dose de bom senso no consumo. Consumir receitinhas em excesso, além de atrapalhar o emagrecimento, pode confundir o cérebro com o gosto adocicado e o desejo por doces exacerbado nunca sumir.

Ademais, o açúcar é altamente viciante. Então é importante saber ler os rótulos para consumir açúcar só quando realmente queremos. Você sabia que até alguns molhos de tomate, pães integrais levam açúcar?

Por fim, um pensamento que sempre me ajudou: ESTA NÃO É A ÚLTIMA OPORTUNIDADE QUE TEREI PARA COMER. E acredite, não é mesmo! Está tudo bem, você não precisa comer tudo agora, você pode comer depois!

Se você gostou do conteúdo, acredito que você vai gostar desse texto também:

Doces sim ou não.

Não deixe me seguir no instagram: @letmcosta

Até o próximo post!

O papel do nutricionista

Qual o papel do nutricionista?

Hoje vamos falar sobre o trabalho do nutricionista. Por óbvio, o nutricionista tem como missão, a PROMOÇÃO DA SAÚDE. Todas as suas atitudes devem ser pautadas, visando esse objetivo.

Mas o que isso significa? Promover a saúde é diluir informações concretas sobre hábitos saudáveis e estimular o bem-estar.

No âmbito do consultório, promover a saúde, também significa GERAR AUTONOMIA no seu cliente (aqui uso a nomenclatura cliente, pois paciente remete a doente.).

Gerar autonomia, é ensinar o caminho das pedras, é fazer seu cliente saber fazer escolhas conscientes na alimentação.

Afinal, olhar uma lista/cardápio/pedaço de papel PARA SEMPRE, em toda alimentação, também não é saudável. É necessário criar essa autonomia no cliente, para que depois, ele próprio possa fazer suas escolhas.

O próprio código do nutricionista destaca o compromisso social e o papel educador dos nutricionistas. Nesse mesmo sentido, o Guia Alimentar elaborado pelo ministério da saúde, atua ampliando a autonomia nas escolhas alimentares da população.

Afinal, o acesso a informações confiáveis sobre características e determinantes da alimentação adequada e saudável contribui para que pessoas, famílias e comunidades ampliem a autonomia para fazer escolhas alimentares e para que exijam o cumprimento do direito humano à alimentação adequada e saudável.

Esse assunto gera diversos desdobramentos, inclusive aquele que vislumbra o campo da nutrição comportamental. Diversas pessoas desenvolvem relações doentias com a comida e fobia de nutricionistas. Esse não é nosso papel, nosso papel não é te proibir comer tal alimento ou te fazer pesar a comida para sempre, nosso papel é te preparar para você fazer as melhores escolhas, para você CONSCIENTEMENTE escolher o que quer comer e o que quer servir para sua família.

É um pouco do que penso a respeito do papel/função do nutricionista e apesar de ser um assunto amplo, hoje quis só trazer essa reflexão.

 Para acompanhar mais dicas, me siga também no instagram @letmcosta.

 Até o post de semana que vem 😉